Habitantes!

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4 de maio de 2010

Oh Minas Gerais!

Os vídeos a seguir são comerciais institucionais da Rede Globo Minas. Eu os amo! E isso prova a eficiência do marketing da emissora, já que as peças comovem o publico e estabelecem com ele relações emocionais únicas. Opinião minha, é claro!

Aos que não são mineiros, esses servem como uma amostra do que somos, da nossa alma e das nossas tradições.

Aos que são mineiros, que sintam o orgulho dessa terra mágica tanto como eu sinto.


Simplicidade
Pato Fú



Seio de Minas
Paula Fernandes

24 de novembro de 2009

É triste, mas é verdade!

O que passa na cabeça quando são chamados pra beber:




Achei genial essa propaganda. Longe de ser preconceituosa, creio que conseguiram captar muito bem as diferenças sutis entre o universo masculino e o feminino. As diferenças são sutis, sim, mas os estragos que elas provocam são enormes.
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Aqui também cabe uma referência ao que chamamos de público-alvo. Também chamado de target, ele é o destinatário da propaganda. Já reparou que acontece de você ver uma propaganda e não entender o que ela quer dizer? Isso ocorre simplesmente porque aquele comercial não é direcionado a você, você não é o público-alvo nesse momento. Nesse caso aqui, claro, o público-alvo são os homens, mas isso não impede as boas gargalhadas femininas!

7 de outubro de 2009

Educação é tudo

Muitas vezes o conceito de educação fica preso apenas no que diz respeito à escola. A escola é, sem dúvida, um grande berço, mas não o único. As grandes lições de ética e moral, que envolvem caráter e personalidade, são ensinadas pela família, que concede (ou não) às crianças noções de limite e respeito com o outro. Nosso país carece de educação, mas essa carência vai muito além da escolar. Essa última aliás, atualmente paga caro pela deseducação de filhos que violentam inclusive os próprios pais.

São vários os problemas que decorrem da falta de educação. Hoje cito o trânsito, fazendo uma abordagem acerca de uma excelente campanha do Denatran e que vem sendo exibida na TV. Os comerciais exemplificam muito bem as consequências que decorrem da má educação da população.

Tudo se resume à total falta de respeito com o outro, com o próximo, em nome de um individualismo exacerbado. Esse estrago promove, desde infrações no trânsito, até corrupção. Volto a citar uma pergunta que já publiquei aqui anteriormente: "Todos estão pensando em deixar um planeta melhor para nossos filhos... quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?". Esse questionamento foi feito em um congresso sobre vida sustentável. E isso não tem a ver apenas com debates ambientais. Temos que focar em nós, nas nossas vidas, em nosso comportamento e no importante papel que temos de cumprir para que tudo melhore.

17 de agosto de 2009

Relações Inter e Intrapessoais – Parte II

No meu perfil, me confesso “fascinada pelos mistérios que permeiam as relações inter e intrapessoais”. Como muitas pessoas interessadas no assunto tem acessado este blog, resolvi hoje falar novamente sobre o tema.

Primeiro vamos aos conceitos. Relação interpessoal é a relação que estabelecemos com as outras pessoas. Já relação intrapessoal é a relação que estabelecemos com a gente mesmo.

A meu ver esses dois tipos de relação são interdependentes. Quanto mais você desenvolve uma, a outra é desenvolvida também. Quanto melhor nos relacionamos com o outro, melhor nos relacionamos conosco e vice-versa.

Desses tipos de relação, deriva a palavra relacionamento. E como já disse aqui em outros textos, os bons relacionamentos que estabelecemos valem ouro! Essa regra também pode ser aplicada às relações comerciais e é esse o tema do artigo que escrevi ano passado. Intitulado “
As relações emocionais como elemento estratégico para a conquista e manutenção de clientes”, o artigo trata das relações intrapessoais, interpessoais e o efeito da conexão emocional estabelecida entre pessoas que criam produtos ou serviços e pessoas que os consomem. Essa relação decorre da interação humana e da conotação emocional que é transmitida em todos os tipos de relacionamentos, indiferentemente nos comerciais. O embasamento teórico das obras consultadas aponta esse foco emocional como condutor de oportunidades, tanto para quem vende como para quem compra. Isso constitui um importante diferencial competitivo das organizações.

Para quem se interessar pelo assunto, modestamente, esse artigo é um prato cheio!


29 de abril de 2009

Marketing pela emoção!

A conexão emocional é um importante elemento estratégico do marketing para conquistar e manter relações entre as organizações e seus clientes. Sua maior importância reside na possibilidade única da empresa se diferenciar e se destacar em meio a uma realidade tão competitiva. Esse vínculo emocional com o cliente atribui diferenciação competitiva às empresas que optam por esta prática, além de fidelizar seu consumidor e fornecer rentabilidade. Na medida em que as emoções atribuem exclusividade a uma marca, essa passa a não concorrer mais com as demais – ela é única para aquele consumidor.

O cliente precisa se sentir individualizado e específico quando se relaciona com uma determinada marca. É aí que o vínculo emocional se estabelece. É assim que o cliente se apaixona. O marketing deve explorar os cinco sentidos humanos para arrebatar o coração do cliente. Deve comunicar com seu consumidor como um amigo que sabe de sua vida, entende suas necessidades, sabe dos problemas e, acima de tudo, importa-se com ele.

Não há uma receita exata. Se cada cliente é único, cada caso também o é. Números e cálculos não diferenciam. Relacionamento exige bom senso, respeito e responsabilidade. É importante estar atento a mais rica fonte de informação e oportunidade que se pode ter: o ser humano. Dessa forma, cliente e empresa saem lucrando.

20 de abril de 2009

Comunicação digital e analógica


A comunicação é uma área de extrema complexidade, mas que sofre com a banalização do tema. Isso se deve ao princípio de que, se a pessoa fala e/ou escreve, ela sabe se comunicar. Todos se consideram comunicadores natos, mas a comunicação vai muito além. Saber se comunicar implica em saber se fazer entender. O grande objetivo da comunicação é ser eficaz. Todo o blá blá blá do mundo, as várias palavras difíceis e demais artifícios não tem valor se a mensagem emitida não for compreendida por quem a recebe. Muito se fala e pouco se entende. E tratem de entender bem o que digo aqui, para que eu não me desmoralize!

É fascinante e imprescindível se comunicar bem. Isso vale para relacionamentos pessoais e profissionais, indistintamente, devida a importância e o cuidado que ambos exigem de nós. Uma boa comunicação rende excelentes relacionamentos. Principalmente quando sabemos o que dizer, de que forma, onde e quando, mesmo que não usando palavras. Já pensou nisso?

Para nos comunicar utilizamos dois modos de comunicação: o analógico e o digital. O modo digital é toda forma de comunicação que possa ser representada por dígitos convencionados: a escrita, a fala, os nomes que atribuímos às coisas. Por exemplo: gato é um nome atribuído, por todos os nativos da língua portuguesa, a um animal específico, mamífero, etc. Até aqui nenhuma grande surpresa, não é?

Já no modo analógico, o mesmo gato seria representado por um desenho ou por uma mímica, ou por qualquer outra analogia. Um dos autores que consultei (Watzlawick et al), diz que a comunicação analógica é toda a comunicação não-verbal, que envolve sintomas, “[...] postura, gestos, expressão facial, inflexão de voz, seqüência, ritmo e cadência das próprias palavras, e qualquer outra manifestação não-verbal de que o organismo seja capaz”. O autor ainda acrescenta a importância das influências externas no modo analógico de comunicação que são “[...] as pistas comunicacionais infalivelmente presentes em qualquer contexto em que a interação ocorra”.

É o modo analógico que aborda o campo das relações, já que tendemos a confiar quase que exclusivamente nele. Graças ao modo analógico, também nos é possível comunicar com os animais, já que é sabido que eles não falam! O autor, que citei acima, revela: “[...] as vocalizações, os movimentos intencionais, e os sinais de humor dos animais são comunicações analógicas pelas quais eles definem a natureza de suas relações [...]. Sempre que a relação é o ponto central da comunicação, verificamos que a linguagem digital é anódina. Este não é apenas o caso entre animais e entre homem e animal, mas em muitas outras contingências da vida humana, por exemplo, no namoro, amor, socorro, combate [...]”.

Viram? Não se pode desprezar, no ato da comunicação, gestos, suspiros, sorrisos, pois todo o “corpo fala”. Baseando-se no aspecto corpo/mente/reação, o relacionamento humano se torna um grande mistério que pode, às vezes, ser sondado e definido. Nem tudo precisa ser dito. Dotada de conteúdo e estabelecendo relações, a comunicação é fruto da coexistência e interação dos modos digital e analógico. Simultaneamente. Faça bom uso dos dois e aprimore sua comunicação. Lembre-se: até o silêncio pode ser revelador!

Mais comunicação!



Esse vídeo foi exibido ontem no Fantástico. É uma visão bem humorada do quanto é importante, e ao mesmo tempo difícil, se comunicar. Ele exemplifica um pouco do texto que escrevi acima. Divirtam-se!