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14 de outubro de 2010

Roda...





Roda, gira, muda, transforma. Moinho, engrenagem, trabalho e mutação. Engenho. Alambique.

Foto tirada de meu celular - mero registro. De Dom Silvério, 12 de outubro de 2010, da fazenda que era do meu bisavô, Fazenda do Rocha, para o Mundo!

6 de outubro de 2010

Ainda temos chance?

Tudo na vida tem seu lado bom - Graças à Deus! Nesse primeiro turno das eleições não foi diferente, principalmente no que diz respeito à onda verde. Mas como notícia boa é notícia ruim, vamos às tragédias eleitorais, ou pelo menos uma delas.

Pulando uma parte já notória e pra mim um tanto enfadonha, que fala das titicas eleitas, ou melhor Tiriricas, passo a uma questão que julgo mais cruel (se é que isso é possível). Abaixo segue íntegra de uma matéria do Congresso em Foco. Vou me dispensar do comentário e, por favor, não chorem.


Deputado que "se lixa" é reeleito com 97 mil votos

Edson Sardinha

Ele disse que "se lixava" para a opinião pública. E 97,38 mil eleitores se lixaram para essa declaração dele na eleição de domingo (3). Com quase 100 mil votos, o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) foi reeleito para o seu segundo mandato na Câmara. Réu de duas ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF), o petebista se tornou célebre na atual legislatura por duas frases.

Ao assumir a presidência do Conselho de Ética, em maio de 2008, o gaúcho desdenhou dos processos a que responde na Justiça. “Serei absolvido em todos. Lá na minha terra, tem um ditado que diz que cão que não tem pulga, ou teve ou vai ter, mesmo que seja pequena”, afirmou Moraes. “Sou ético, sou firme, não me dobro e tenho sete mandatos.”
Meses depois, voltou a causar polêmica ao defender o arquivamento de uma denúncia no Conselho contra o deputado Edmar Moreira (PR-MG), acusado de usar a verba indenizatória com suas empresas de segurança.

“Estou me lixando para a opinião pública", afirmou Moraes aos jornalistas. "Até porque parte da opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Vocês batem, mas a gente se reelege."

No Supremo, Sérgio Moraes é acusado de ter cometido crimes de responsabilidade no período em que foi prefeito de Santa Cruz do Sul. Numa das ações, o parecer da Procuradoria-Geral da República é pela condenação.

1 de julho de 2010

O valioso tempo dos maduros

 
O valioso tempo dos maduros
Mário de Andrade*

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana, que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade...

Só há que caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial!

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(*) Crianças desse meu Brasil varonil! Lembram daquela antiga brincadeira do telefone sem fio? Aqui no mundo virtual essa brincadeira tem tomado outra forma. Primeiro que aqui a maior parte da brincadeira é escrita e não falada. Mas a moral da história é a mesma: o conteúdo sempre é adulterado pelo caminho!

Esse texto chegou até mim por email, indicando Mário de Andrade como autor. Pesquisei longamente, via Google, e encontrei outras citações, outros títulos e outro texto parecido. Optei por este e logo aviso que não sei se aqui você leu o original ou alguma variação. Ricardo Gondim escreveu outro texto bem parecido com este que publiquei, intitulado “Tempo que foge”. Rubem Alves também aparece em citações.

Como meu propósito aqui é propor reflexão, deixo essas observações registradas e estou aberta a esclarecimentos. Juro que tentei e continuarei tentando desvendar esse telefone sem fio criado na web!

24 de junho de 2010

Faxina 2010



Algumas convenções já acontecem, outras se aproximam e a pergunta que não quer calar:

- Quem poderá nos defender?

Só me vem à mente uma resposta:

- Nós mesmos!
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Proponho a volta de uma antiga, porém atualíssima, campanha! Ela é da época dos “Dedos sujos” que foram apontados mutuamente no senado (saiba mais) e fiz uma edição para torná-la mais abrangente. Temos uma grande eleição pela frente e uma enorme chance (ou esperança) de mudança. Vamos divulgar! Copiem a imagem e vamos espalhar a idéia.

18 de junho de 2010

Novo layout!


Queridos amigos que acompanham e me ajudam a construir este Meu Mundo (que no final das contas, é nosso),

Esta semana comecei a reformular o layout do blog e hoje concluí as alterações. Eu, suspeitíssima que sou, amei a mudança. Espero que gostem tanto quanto eu, ou mais! Estou abertíssima para receber sugestões e comentários – se for o caso, mudamos tudo de novo! Estejam certos de que tudo isso aqui é feito com todo meu carinho para vocês.

Tenham um excelente final de semana!

9 de junho de 2010

Terno Teatro apresenta "Chico Rei"


À pedido da minha querida amiga Ione, divulgo aqui essa peça, até porque todas as indicações que recebo dessa moça valem ouro para mim. Esse release escrito por ela já está delicioso de ser lido e da a dimensão exata do quanto vale o espetáculo!
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Grupo Terno coloca em cena o mito de Chico Rei
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De rei a escravo e de escravo a rei. A história do rei africano que foi escravizado no Brasil e aqui, na escravocrata Vila Rica, em Minas Gerais, consegue vencer as amarras da escravidão é contada com magia pelo grupo Terno Teatro. Formado por três ex-integrantes do Giramundo Teatro de Bonecos, Terno surgiu em 2005 a partir de uma grande motivação dos artistas por desenvolver trabalhos autorais. Da ideia inicial, foram surgindo oficinas de construção de bonecos e, este ano, a tão esperada montagem de um espetáculo pôde finalmente sair do papel, com o patrocínio do produtor Luís Fernando Vitral.
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“Nós criamos o grupo Terno com o propósito de pesquisar as várias vertentes do teatro e do cinema de animação. Com uma passagem longa e ativa dentro do Giramundo, sentimos que estávamos preparados para realizar montagens teatrais e outros projetos com total autonomia, como oficinas de construção de bonecos e atividades artísticas educacionais,” conta um dos fundadores, Paulo Emílio Luz, responsável pela concepção artística do espetáculo. Ele explica que o projeto do espetáculo foi aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet e pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Mas a falta de apoio para os pequenos e novos grupos de teatro impediu que o sonho fosse concretizado mais cedo.
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O artista Gilberto Alves, responsável pela cenografia da peça, diz que a expectativa para a estreia é grande. “Esperamos proporcionar ao público um espetáculo de qualidade, tanto com relação à plasticidade, quanto à dramaturgia, trilha sonora e manipulação dos bonecos. Investimos neste projeto porque temos certeza da riqueza cultural proporcionada por esse tema e pela linguagem do teatro de bonecos”, diz convicto.
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E foi nos fundos de uma casinha arborizada, no tradicional bairro de Santa Tereza, da capital mineira, que esse grupo se debruçou sobre o isopor e a madeira para dar forma aos contornos dos bonecos do espetáculo Chico Rei. “A escolha do texto foi uma aposta em contar a história de um vencido, diferenciando-se da grande parte da produção teatral, principalmente para bonecos, na qual os heróis vivem felizes para sempre”, conta Márcio Miranda, responsável pela dramaturgia e trilha sonora. Ele afirma que, dentre as inúmeras histórias, lendas e mitos gerados pela conflituosa relação entre os escravos e os colonos brasileiros, este é um dos mais fascinantes.
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O mito de Chico Rei – o Rei do Congo evoca a resistência do negro à escravidão. A história conta a trajetória de um rei que é trazido da África para ser escravo no Brasil do século XVIII. No percurso do navio negreiro, o personagem perde esposa e filha. De sobrevivente, restou-lhe apenas um filho. Em Vila Rica, Chico Rei consegue, com as economias dos trabalhos realizados aos domingos e dias santos, a própria libertação. Posteriormente, a alforria de seu filho, uma mina de ouro e a liberdade de outros 400 escravos, reconstruindo simbolicamente seu reino.
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Uma prévia do espetáculo pode ser vista neste sábado, às 20 horas, no teatro Izabela Hendrix, que fica na rua da Bahia, 2020, Lourdes, onde acontecerá um ensaio aberto. Entrada franca e ingressos limitados.
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Já a estreia de Chico Rei acontece durante as atividades do Festival Internacional de Teatro de Bonecos, nos dias 14 e 15 de junho, às 19 horas no Teatro Dom Silvério que fica na Avenida Senhora do Carmo, número 230, Savassi, Belo Horizonte. O festival, que está em sua 11ª edição, acontece entre os dias 10 e 20 de junho e promete trazer o encanto do mundo para dentro de Belo Horizonte. Com companhias do Brasil, Chile, Alemanha, França, Espanha, Holanda, Estados Unidos e Peru, o evento será marcado por espetáculos de palco e de rua, passeatas de bonecões, oficinas e exposições. Ingressos na bilheteria por R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia.

25 de maio de 2010

Foi sem querer!


Fato: um dia, mais cedo ou mais tarde, você vai acabar magoando alguém sem querer. Muito provavelmente isso já tenha até acontecido e, infelizmente, não será pela última vez. A recíproca também é verdadeira: um dia fatalmente magoarão você sem querer. Diante dessa verdade, pelo menos minha verdade, lhes convido às seguintes reflexões.

Vamos à primeira. O “sem querer”, nesse caso, é sem querer mesmo. A pessoa não teve a menor intenção de ferir ou de magoar, mas acontece. Às vezes o próprio jeito de ser da pessoa, uma brincadeira na hora errada, um excesso de franqueza, uma omissão, sei lá. O que importa é você compreender que nem sempre o outro age por maldade e que nem tudo tem que ser do jeito que a gente quer. Caso contrário, você é quem se machucará!

Segunda questão. Como já disse, se a recíproca é verdadeira, então se policie para evitar ao máximo magoar alguém “por querer”. Já que inevitavelmente, algum dia, magoará uma pessoa “sem querer”, fazê-lo “por querer” é colocar a relação à prova. Impeça que a relação se desgaste com pequenas discussões e ofensas.

Relacionamento, de todos os tipos, exige cuidado e dedicação. Se não há mais porque ter afeto, não há mais porque se relacionar, uma vez que existimos para sermos felizes. Aulas? Com o professor Davi ou com a tia Catharine!

20 de abril de 2010

Vote em Ninguém


Vamos rir. É melhor do que chorar! Esse post não é um aconselhamento para que deixem de votar. Se adiantasse, lhes pediria que não votassem. Mas o voto continua sendo nossa única e melhor arma. Vamos apenas sorrir!

7 de abril de 2010

Manutenção



Não lembro onde, nem quando, mas certa vez ouvi dizer que mais de 80% da nossa vida é dedicada à manutenção. Manutenção de amigos, do nosso corpo, do emprego, de relacionamento e por aí vai.

Ligamos para dizer um alô, para dar parabéns, escovamos os dentes, tomamos banho, engolimos sapos, perdoamos, consolamos e cortamos o cabelo. Haja manutenção!

As novidades são salpicadas pelo caminho que seguimos, mas a manutenção continua sobressaindo. Será que é 80% mesmo? Ou será mais? Qual a porcentagem do novo?

Desde que essa questão entrou na minha cabeça, não paro de pensar nela. Agora espero instigar vocês.

26 de março de 2010

Multa pra inglês ver

Só falta ela querer cortar o dedo.


Multas: uma de R$ 5 mil e, agora, uma de R$ 10 mil. Isso é justo?

O plano é fazer parecer com que seja justo, mostrar que o TSE está cumprindo bem sua função e não anda perdoando nem o Presidente. Mas isso é só para nos calar.

Estamos falando de uma candidatura a Presidente da República. Estamos falando de pré-campanha e de propaganda extemporânea. Por bem menos se paga multas muito maiores e se corre o risco da inelegibilidade. De acordo com a Lei 9.504/97, a propaganda eleitoral extemporânea gera multa de 20 a 50 mil UFIR ou multa equivalente ao custo da propaganda, se esse for maior que 50 mil UFIR. A UFIR tem hoje valor aproximado de R$ 1,06. Seguindo essa lógica, parece que o TSE deu um desconto ao Presidente Lula, não é mesmo?

Ao invés de pensar em aplicar essa “multa trocadinho”, o TSE deveria proibir a Sra. Dilma de se pindurar no Presidente Lula. Deveria punir quem pede os votos antecipadamente (Lula) e que os recebe antes da hora (Dilma). Deveria também proibir inaugurações que não inauguram nada.

Enquanto isso, a maioria da população se da por satisfeita com o “rigor” aplicado. Não estou aqui defendendo o candidato A ou B. Continuo, na verdade, desejando o candidato C, uma terceira via que faça essa eleição valer à pena. Até porque, o que começa errado acaba dando errado.

26 de fevereiro de 2010

Fidel moderno!


Bem, o fato é: repararam que Fidel usa Nike???


Já tem tempo que não tenho duvidado de mais nada. Esse mundo anda tão maluco que se a gente resiste, ficamos malucos também. Mas mesmo acreditando nas transformações dessa louca vida, não deixamos de nos surpreender - mesmo com pequenos e reveladores detalhes.

19 de janeiro de 2010

A ditadura e Geraldo Azevedo




Além de já amar suas músicas, esta entrevista com Geraldo Azevedo, exibida no dia 07/12/2009, me chamou a atenção para outro ponto.

Ouvimos falar de uma tal “ditadura militar”, que existiu em nosso país e felizmente ficou para trás. Agora Azevedo resolve contar sua amarga experiência durante a vigência desse regime. O relato de sua vivência nos da a real dimensão do que muitos, como ele, viveram naquela época e nos faz perceber o quão pouco conseguimos imaginar o que foi aquele verdadeiro inferno.

Que possamos, diante dessa aproximação com a censura, perceber o quão livres somos e o quão poderosas são nossas palavras e gestos. Hoje podemos tudo, até mesmo não fazer nada diante dessa corrupção generalizada.

15 de janeiro de 2010

O que está acontecendo?


"O que está acontecendo?
_
O mundo está ao contrário
_
e ninguém reparou".
Trecho da música Relicário - Nando Reis.

9 de dezembro de 2009

Pró-Arruda???

Desde pequena aprendi a frase: se não pode ajudar, também não atrapalhe. Dói ver que nem todos receberam os mesmos conselhos que eu. Se receberam, não o colocam em prática.

Ainda estou atordoada com toda roubalheira denunciada em Brasília. Apesar de saber que há muitas delas a serem descobertas (ou não) Brasil a fora, espero que essa seja o começo da faxina política tão almejada pelos cidadãos de bem. Esse é um exemplo do que acontece de espúrio por baixo (e por cima) dos panos do poder nacional e desejo que esse molde corrupto seja expurgado de nossas vistas, tendo a punição que merece e que, infelizmente, há tempos não se aplica.

Eu estava contente (e aliviada) em ver os estudantes invadindo a tal Câmara Distrital (Casa essa que, a meu ver, nem deveria existir). Então pensei: o povo está reagindo e redescobrindo seu poder. Essa é uma verdade. Nossos estudantes pintam novamente suas faces.

Porém agora me aparecem uns tais pró-arruda e lhes pergunto: como pode existir um bicho desses na face da Terra? São alguns pró-empregos, mas até para se defender emprego há limite. Onde foi parar a vergonha dessas criaturas?
Mais uma vez lhes suplico: parem o mundo que eu quero descer! Esse é o fim ou o começo? O meio?

12 de novembro de 2009

Plataforma também afunda

Há alguns dias, assistindo ao Datena [adoro!], vi a notícia de uma inundação em São Paulo, na região de Barueri e Carapicuíba. Uma represa ou barragem da Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo -, rompeu provocando a enchente. Em nota à imprensa, a referida estatal culpou o grande volume de chuvas pelo ocorrido. Datena não perdeu tempo: - Só faltava essa, São Paulo agora bota a culpa em São Pedro! Vendo a reportagem me lembrei de uma questão que muitos esqueceram.

No primeiro semestre desse ano a Sabesp lançou uma campanha publicitária em todo o país, mesmo que sua atuação seja restrita a São Paulo, brincadeira que custou ao Estado cerca de R$ 178 milhões. Foi uma boa chance de Serra mostrar ao país suas intenções presidenciais, não se importando com a legislação eleitoral e desprezando o Estado que o elegeu, que acaba pagando essa alta conta. Parece que corre no STF um processo nesse sentido, mas até agora não há nada conclusivo. A mensagem do comercial é até bacana, mas se a intenção de Serra era esclarecer o povo brasileiro sobre questões ambientais bastava que enviasse o roteiro ao Minc, concordam?



Ontem, o presidente da Sabesp tentava explicar o motivo de os paulistas ficarem sem água, após o apagão de terça-feira. Desculpa ele teve, aliás nunca falta a ninguém, mas é triste ver a presepada que esse povo arruma para mascarar tamanha incompetência. Querem a tese dele? As bombas de água precisam de energia para funcionar. É uma pena que uma estatal do principal Estado do país dependa exclusivamente de uma única fonte de energia para seu funcionamento. Será que já ouviram falar em geradores? Não quero entrar no mérito técnico da coisa, só falo de acordo com meu bom senso.

Para colher informações para esse texto, encontrei um vídeo do Datena batendo boca com o já mencionado presidente da Sabesp. Tinha que ter um Datena aqui em Minas Gerais [ah...e como tinha]. Vejam:



Será que, depois de todo esse circo armado, vai rolar mais propaganda da Sabesp/Serra pelo Brasil afora? Há de se procurar outra plataforma porque essa foi por água abaixo.

Precisamos parar de tachar partidos políticos, oposição e governo, direita e esquerda. Temos que tachar as pessoas, achacar individualmente aqueles políticos que atuam de forma ilícita e amoral [imoral é pouco]. Esses maus políticos é que promovem o descrédito de uma classe inteira. Nos fazem desacreditar até na esperança. Essas laranjas podres é que contaminam o cesto. Vamos jogando as laranjas podres fora, uma a uma. Só nos é preciso aprender a reconhecê-las.